domingo, 13 de dezembro de 2009

golf GTI




quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Comparativo

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O BMW tem interior reduzido e posição de dirigir mais esportiva, mas essa pimenta toda não é encontrada sob o pedal do acelerador. Seu desempenho é bom, mas não arranca suspiros

Com motor e câmbio bastante superiores, obviamente o Eos é mais rápido. E há ainda mais um fator que contribui para isso – ele é 310 kg mais leve que o BMW. Por estes motivos, acelera de zero a 100 km/h em tempo menor (7,9 segundos, contra 9,2 do rival) e é mais veloz (229 km/h, contra 214 km/h), além de ter retomadas mais ágeis e proporcionar mais prazer ao volante. Um grande ponto a favor do Eos.

Para terminar a virada de jogo do Volks, basta ver a lista de itens de série dos dois modelos. A vantagem do Eos começa na segurança – quatro airbags, contra dois do rival e exclusivas luzes auxiliares para curvas e lanternas com LEDs –, mas vira uma verdadeira goleada em conforto: só ele tem bancos com aquecimento, disqueteira e ajuste lombar elétrico, entre outros itens que mimam esse exigente

Sem capota, o BMW tem mais bagageiro
(260 litros, contra 205 litro
consumidor de conversíveis.

Mas o BMW não deixa de contra-atacar: sua capota de lona não é ruidosa como a do Eos, que tem um problema de isolamento quando fechada; seus 310 kg se devem a reforços estruturais que se traduzem em maior rigidez da carroceria, que torce mais no VW; seu acabamento interno é um pouco superior; muitos preferem a tração traseira do BMW à dianteira do VW; e, enquanto o VW, lançado em 2006, tem uma “cara” que está sendo aposentada pela marca (Polo e Golf já tem o novo design), o Série 1 ainda é novidade.

Ainda assim, muitos que apostavam no BMW 120i Cabrio como uma escolha óbvia podem acabar colocando o VW Eos na garagem (e não ficarão nada decepcionados). É, como diz o ditado, as aparências podem mesmo enganar!


No powertrain, o Eos continua bem. Seu motor 2.0 é turbinado e (FSI) tem injeção direta de combustível, enquanto o rival tem uma unidade mais simples. São 200 cv e 28,5 kgfm de torque máximo (constantes de baixíssimas 1.700 a 5.100 rpm), contra 156 cv e 20,4 kgfm (apenas a 3.600 rpm) da unidade, também 2.0, do BMW. E, se o motor já dá grande vantagem ao Volks, o câmbio só amplia sua superioridade.
Enquanto o 120i Cabrio tem transmissão automática convencional de seis marchas com trocas sequenciais na alavanca, o Eos tem o excelente sistema DSG – duas embreagens trabalham em conjunto para trocas extremamente rápidas entre as também seis marchas, que podem ser feitas por borboletas no volante. Não é um câmbio automático, mas sim manual automatizado, mais rápido e econômico, pois elimina as perdas do conversor de torque.

O sistema de som do BMW, abaixo, tem comandos confusos e visor pequeno

Comparativo

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Como perder uma aposta
Entre um VW e um BMW que custam o mesmo, a escolha parece óbvia. Mas, como diz o ditado, as aparências enganam

EMISSÃO DE CO2 189 g/km MÉDIA ALTA
VW EOS 2.0 TSI FIPE / MOTOR SHOW R$ 159.454

EMISSÃO DE CO2 179 g/km MÉDIA
BMW 120i CABRIO FIPE / MOTOR SHOW R$ 159.516

Na tabela Fipe/MOTOR SHOW, os dois custam quase o mesmo preço – cerca de R$ 160 mil. Em tamanho também se equivalem: o VW Eos é apenas cinco centímetros mais comprido, quatro centímetros mais largo e três mais alto que o BMW 120i Cabrio. Os dois são conversíveis que proporcionam charme, status e uma experiência única ao volante. E, com essas informações, qualquer um apostaria que o BMW – claro – seria melhor que o Volkswagen.
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Os comandos são mais fáceis no interior do Eos, que ainda tem a vantagem de ser menos claustrofóbico (graças ao teto solar). Em segurança e conforto, ele também é superior

Quando fechado, o Volks passa facilmente por um cupê: chama menos atenção e agrada aos mais discretos

Mas, como sempre, é melhor não se deixar levar pelas aparências. O Eos tem muitas qualidades para virar esse jogo. Em primeiro lugar, sua capota – tão rápida para ser aberta quanto a do BMW (cerca de 20 segundos) é rígida e não de lona, como no rival. Ela é mais segura contra furtos e roubos e mais discreta.
O BMW avisa de longe que é um conversível, o Volks pode facilmente se passar por um cupê. Além disso, mesmo com a capota fechada, no Eos há um teto solar de vidro, que torna o interior menos claustrofóbico que o do 120i Cabrio. Ponto para o VW.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

parametros pioneer ts-w302f impp

vi em muitos forums pessoas procurando parâmetros do pioneer impp
por isso pesquisei e achei num fórum gringo
ESSES PARAMETROS SAÕ RARIDADE
TS-W302F (Tillbaka)


Nominal Diameter 12"

Fs (Hz) 33,4

Qms 17,754

Vas (l) 105,62

Cms (mm/N) 0,286

Mms (g) 79,49

Rms (kg/m) 0,94

Xmax (mm) Slaglängd 6

Sd (cm2) Effektiv konarea 511

Piston dia. (cm)

Qes Elektroniskt 0,494

Re (ohm) 3

Le (mH, vid 12 kHz) 0,618

Z (ohm) 4
BL (T*m) 10,225

R.M.S. Power (W) 150

Qts Totalt 0,481

Efficiency (%) Effektivitet

S.P.L. (dB/Wm) 94

Max Music Power (W) 450

Sp. Displacement (l) 2,02


Vd (l) 0,306

Zmax (ohm) . 114,2

Magnet Wt (g) 1240

Flux Density (Guass) 10500

Magnet Gap L. (mm) 10

V.C. Lenght (mm) 22

V.C. Diameter (mm) 48

Vas (ft3) 3,73

Vd (ft3) 0,0108

Sd (ft2) 0,55


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© 2001 Pioneer Scandinavia AB

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Associação de subwoofers

Objetivos:
- diferenças entre impedância e resistência
- entender a associação de subwoofers bobina simples e dupla
- maximizar a transferência de potência para o subwoofer
- não danificar o amplificador e subwoofer


Impedância vs. Resistência

A resistência é a dificuldade que uma corrente elétrica contínua tem ao passar por um componente e a Impedância é a resistência à corrente variável em frequência portanto a impedância varia com a frequência também.


Associação de Subwoofers Bobina simples.

Podemos associar dois subwoofers em paralelo ou em série.

Associação em série.

Consiste em ligar um terminal de um sub no polo oposto do outro, isto é, o polo positivo(vermelho) de um, no polo negativo(preto) do outro (ou vice-versa), afim de termos um polo positivo e outro negativo sobrando como mostra a figura abaixo:


(ligação série de 2 subwoofers)

Se você ligar polo positivo com polo positivo e utilizar os polos negativos (ou vice-versa), os cones de cada subwoofer se deslocarão em sentidos opostos causando o cancelamento de ondas sonoras, pois um força o ar para frente enquanto que o outro força o ar para trás resultando em deslocamento zero (supondo os subwoofer virados para um mesmo lado).


(cancelamento sonoro por deslocamento oposto)

A impedância equivalente medida nos 2 terminais, será a soma das impedâncias. A regra de soma vale para mais de 2 subwoofers ligados em série.


(ligação de subwoofers em série)


Associação em paralelo.

Consiste em ligar polo positivo(vermelho) no polo positivo(vermelho) de outro subwoofer e o polo negativo(preto) do primeiro no polo negativo do segundo como mostra a figura abaixo:


(ligação em paralelo de 2 subwoofers)

Supondo que os dois subwoofers possuam a mesma impedância, o equivalente do conjunto será a metade da impedância dos subs. No nosso exemplo, os 2 subwoofers são de 4 Ohms e a impedância equivalente é de 2 Ohms.
Mas a regra geral para mais de um subwoofer é:

R = (R1*R2)/(R1+R2)

ou para mais subwoofers:

R = (R1*R2*R3*R4*...)/(R1+R2+R3+R4+...)

Associação de Subwoofers bobina dupla

Observando um subwoofer de bobina dupla, notamos que ele possui 4 terminais (2 positivos(vermelho) e 2 negativos(preto)), internamente ele é composto por 2 bobinas independentes montadas em um suporte em comum. Podemos aproximar o subwoofer B.D. (bobina dupla) a 2 resistores.
Portanto podemos ligar um subwoofer B.D. em paralelo ou em série com ele mesmo ou em conjunto com outro subwoofer B.D. sempre levando em conta a polaridade.

Ligando as bobinas de um subwoofer B.D. em série.

Liga-se polo positivo no polo negativo da outra bobina, sobrando o polo negativo da primeira bobina e o polo positivo da segunda bobina:


(ligação série de um subwoofer bobina dupla)

No exemplo acima, a associação de 2 bobinas de 2 Ohms, resultou em um subwoofer de 4 Ohms.

Podemos notar que as bobinas estão em série se 'caminharmos' pelo fio vermelho, que entra pela bobina vermelha, retorna para a bobina preta e sai pelo fio preto voltando para o amplificador.

O resultado é um subwoofer com impedância igual a soma das impedâncias das bobinas e potência total igual à soma das potências suportadas por cada bobina.

Ligação Errada

Se você ligar polo positivo de uma bobina com polo negativo da outra bobina e também o polo negativo de um com o polo positivo do outro (como na figura abaixo), as bobinas se deslocarão em sentidos opostos causando o descolamento das mesmas sobre o suporte cilíndrico, travando o cone do subwoofer por dano, possivelmente por descolamento oposto das bobinas.


(deslocamento contra, por ligação errada)


Ligando as bobinas de um subwoofer B.D. em paralelo.

Basta ligar polo positivo de uma bobina com o polo positivo da outra bobina e polo negativo de uma bobina com o polo negativo da outra bobina, o resultado é um subwoofer com impedância equivalente à metade da impedância de uma das bobinas e potência equivalente ao dobro da potência suportada por cada bobina.


(ligação em paralelo de um subwoofer bobina dupla)

No exemplo acima, a associação em paralelo de 2 bobinas em paralelo, resultou em um subwoofer de 1 Ohm.


Uma bobina em cada canal do amplificador

É possível ligar cada bobina em cada canal estéreo ou bridge do amplificador.

Assim, vamos supor que um amplificador de 4 canais possui duas saídas bridge de no mínimo 4 Ohms e você possui um subwoofer Bobina Dupla de 4 Ohms (isto é, duas bobinas de 4 Ohms). Você poderá ligar cada bobina em cada uma das saídas bridge, respeitando a impedância mínima suportada pelo amplificador.

Atenção:
Esse tipo de ligação requer alguns cuidados. O sinal aplicado ao subwoofer deve ser rigorosamente igual em formato e intensidade, caso contrário, poderá danificar a bobina.

Mesmo pegando polaridades corretas nas saídas bridge, pode ocorrer de estarem com polaridades diferentes. Peça para um técnico verificar.

Associação de dois subwoofers Bobina Dupla

Para utilização com outros subwoofers podemos simplificar os cálculos agrupando em conjuntos pequenos e calculando aos poucos.
Ex: Temos 2 subwoofers B.D. cada uma com 2 bobinas de 4 Ohms, o subwoofer suporta 500W RMS (isto é, 250W RMS suportado por cada bobina) e queremos ligá-los em um amplificador de um canal bridge com impedância mínima de 4 Ohms, que fornece 1000W RMS.

1a opção:
(4 + 4)//(4 + 4) = (8)//(8) = 4 Ohms
ligando em série as bobinas de um sub, fazendo o mesmo com outro sub e por fim, colocando em paralelo os dois subwoofers

2a opção:
(4//4) + (4//4) = (2) + (2) = 4 Ohms
ligando em paralelo as bobinas de um subwoofer, fazendo o mesmo com o outro sub e por fim, ligando em série os dois subwoofers.

"//" indica a ligação em paralelo.
O resultado é igual para ambos os casos:
Impedância final de 4 Ohms ligado no amplificador. Com isso o amplificador liberará 1000W RMS que serão distribuídos por igual para cada subwoofer, portanto, 500W RMS para cada subwoofer. Um casamento perfeito.

texto produzido por Marcelo S. Motitsuki - Julho/2002
Todos os direitos autorais reservados
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sexta-feira, 22 de maio de 2009

sexta-feira, 17 de abril de 2009

ranger gringa

porra tinha esquecido do meu blog desde 2007 sem atualiza mas to de volta vamo movimenta essa parada?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

fukera