quarta-feira, 16 de setembro de 2009


No powertrain, o Eos continua bem. Seu motor 2.0 é turbinado e (FSI) tem injeção direta de combustível, enquanto o rival tem uma unidade mais simples. São 200 cv e 28,5 kgfm de torque máximo (constantes de baixíssimas 1.700 a 5.100 rpm), contra 156 cv e 20,4 kgfm (apenas a 3.600 rpm) da unidade, também 2.0, do BMW. E, se o motor já dá grande vantagem ao Volks, o câmbio só amplia sua superioridade.
Enquanto o 120i Cabrio tem transmissão automática convencional de seis marchas com trocas sequenciais na alavanca, o Eos tem o excelente sistema DSG – duas embreagens trabalham em conjunto para trocas extremamente rápidas entre as também seis marchas, que podem ser feitas por borboletas no volante. Não é um câmbio automático, mas sim manual automatizado, mais rápido e econômico, pois elimina as perdas do conversor de torque.

O sistema de som do BMW, abaixo, tem comandos confusos e visor pequeno

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